terça-feira, 20 de maio de 2014

Capítulo III - O Sequestro de Rin



Os irmãos seguiam em direção à aldeia da velha Kaede, que estava sendo atacada por um desconhecido Youkai.
Este Youkai era um cão gigantesco e feroz. Seus pêlos eram negros e em sua testa reinava a marca da lua cheia. Seus olhos eram duas incríveis bolas vermelhas, como se estivessem pegando fogo, que procuravam ansiosamente por algo naquele vilarejo.
Babava como se o ódio lhe dominasse e enquanto andava, patadas ele dava, matando os aldeões que tentassem impedi-lo de prosseguir.
E nem mesmo as flechas de Kagome eram capazes de detê-lo.
- Kagome, por favor! Vá salvar a Rin! - Gritava a velha Kaede desesperada
Kagome corria em direção à casa onde estaria Rin, que era a última da aldeia. O Youkai seguia a mesma direção e percebendo que a sacerdotisa estava um pouco atrás dele, ameaçou atacá-la, sem sucesso.

KAZE NO KIZUUUUUUUUUUUUUUUU

Antes que o cão pudesse fazer qualquer coisa, Inuyasha já o interrompe com o golpe da Tessaiga, que desnorteia o Youkai, que fôra pêgo de surpresa.
Sesshoumaru tentou novamente sacar a Bakusaiga, sem obter sucesso. A espada ainda estava desobediente quanto aos seus comandos.
 - HAHAHAHAHAHAHAHAH... -riu o Youkai - Sesshoumaru-sama, você está fraco? HAHAHAHAHAHAHAHHAHA
Irritado com o comentário, sem poder fazer muito, Sesshoumaru questiona:
- Quem é você? Como me conhece ?
- Eu não tenho tempo para conversas!
O cão saltou, Inuyasha novamente lançou seu KAZE NO KIZU, mas desta vez, sem sucesso.
O cão chicoteou e acertou sua espada, fazendo com que ela fosse parar longe.
- INUYASHAAAAAAAAAAAA - Gritou Kagome - Rin está aí - Continuou
- Kagome, fique onde está! - Pediu Inuyasha
Após  ouvir as palavras de Kagome, Sesshoumaru saca sua Tenseiga, lançando seu MEIDOU ZANGETSUHA, que não o abala
- HAHAHAHAHHA IDIOTA! Eu sou o cão do inferno, esse ataque não vai funcionar! HAHAHAHAHAHAHAH
O Youkai lança pela boca, uma imensa bola de fogo azulada contra os irmãos.
Enquanto Inuyasha e Sesshoumaru tentam se desvencilhar do ataque, o grande cão destrói,  com uma única patada, o telhado da cabana onde Rin estava.
Sesshoumaru consegue finalmente se safar, mas já era tarde demais. O gigantesco cão já havia pêgo Rin pela boca e se encontrava preparado para voar, quando ele só conseguiu ter olhos para a garota, sem poder dar qualquer golpe com suas espadas.
- Sessh... - Tentou Rin,  que estava debilitada o suficiente para não conseguir terminar.
O grande cão some, camuflando-se na escuridão daquela noite...

- Rin... - Correspondeu Sesshoumaru em pensamento, quanto ao chamado da garota.
- Esse cheiro... Não me é estranho. - Comentou Inuyasha, saindo intacto do ataque
Sesshoumaru olha para o irmão como se por dentro estivesse concordando. Ele também sentiu algo estranho naquele Youkai.
- Este cheiro... - dispersou Sesshoumaru,  identificando o cheiro doente da garota - Espere por mim...- concluiu o pensamento olhando para onde o cão havia desaparecido.
Dentro dele ainda restava o vazio. Era como se parte dele, tivesse sido tomada, sentia- se estranho. Pensava mais do que devia na garota e agora, com seu sequestro, restava tardar a briga com Inuyasha.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Capítulo II - Uma difícil transformação



O dia amanhece na Era Feudal.
Fazia muito sol, os passarinhos cantavam alegremente, comemorando a entrada da primavera.
Há cinco anos, Sesshoumaru deixou de frequentar a aldeia e visitar Rin, como era de costume. Não lhe mandava mais presentes, ou sequer mandava qualquer tipo de mensagem à garota. E durante todos estes anos, Rin jamais deixou de pensar nele e ter esperanças de que um dia ele retornasse.
Sempre ajudava a velha Kaede, mas ao amanhecer e ao entardecer, sempre ia até a beira do lago, na esperança de que Sesshoumaru pudesse visitá-la.

Há poucos dias de completar 15 anos, Rin fica muito doente e tem piorado cada vez mais. Entre febre e delírios, mostrava que a principal causa disso tudo, era a ausência de Sesshoumaru.
Nas últimas semanas, Rin não mostrava interesse em se alimentar corretamente e já não tinha mais ânimo em continuar seus trabalhos na aldeia.
Lamentava-se pelo fato de ter prometido à si mesma que jamais o abandonaria e que cuidaria do Youkai, assim que tivesse em uma idade própria para acompanhá-lo.
Não tinha família e o único que amava e prezava, era Sesshoumaru,  que a esqueceu. Tinha aprendendido muito no tempo em que vivera com a velha Kaede, principalmente a confiar novamente em humanos.
Deitada e febril, tinha ilusões com o Youkai,  o chamava o tempo todo, fazendo com que a velha Kaede ficasse extremamente preocupada.
- Espero que Inuyasha encontre o irmão o mais depressa possível - Falou a velha à Kagome,  que fazia compressas de água fria, na esperança de amenizar a febre.
Kagome a olhava com carinho e pensava:
- Inuyasha,  seja rápido,  por favor!

Inuyasha havia partido de madrugada em busca do irmão. Procurou em vários lugares, sem sucesso. Não havia cheiro ou rastros, não tinha idéia mais de onde procurar.
- Imbecil  onde você se meteu? - pensou irritado e já cansado de tanto procurar.
Foi quando ouviu um choro distante e correndo para ver quem se tratava, percebeu que era Jyaken, solitário sentado em uma pedra.
- Hey seu idiota! - Gritou - Onde está Sesshoumaru?  - Questionou aproximando-se do pequeno Youkai.
Jyaken também estava triste pelo desprezo de Sesshoumaru,  e apegado aos sentimentos, fingiu não ouvir o hanyou.
Nervoso por causa do desaforo do pequeno Youkai,  Inuyasha o pega pelos colarinhos e o chacoalha, na esperança de que ele abrisse a boca:
- Vai me responder ou não onde está aquele cão pulguento?
Mas parou ao perceber que havia algo de errado. Largando o servo, que se espatifa pelo chão, ele insiste:
- Vamos, me diga!
Jyaken deu de ombros, e finalmente responde:
- Eu... eu não sei - lamentou - Ele é um ingrato! Todos estes anos... ele não me quer mais como servo! - Gritou, dando início à uma nova choradeira
- Kéh! Desde quando Sesshoumaru é grato com alguém?  - Falou Inuyasha com ar de deboche.
Sem se importar com a choradeira, Inuyasha se questiona sobre o irmão:
- O que ele está tramando? - pensou
Sem dar importância à Jyaken, parte em busca do irmão, enquanto Jyaken gritava:
- Hey, não me deixe aqui sozinho!! 

Um tanto distante dali, Sesshoumaru refugiava-se por entre as rochas à beira da praia, desde que tivera sua última conversa com Jyaken. Ainda pensava no que acontecera na noite passada:
- A Bakusaiga não me obedece, não me aceita mais como seu dono... - Pausou
Olhava as ondas quebrando nas rochas, sentia o vento levemente quente em seu rosto e continuou:
- Estou vivo, mas meu peito está vazio. É como se me faltasse alguma coisa... Não pode ser... Que luz era aquela que saiu da Bakusaiga? Será que foi aquilo que me fez ficar assim?

- Sesshoumaru está por perto - Pensou Inuyasha, reconhecendo o cheiro do irmão - Kéh! Continua fedorento!
Saltou então, o mais rápido que pôde para tentar achá-lo. Pousando em cima da rocha, justamente a qual Sesshoumaru se refugiava. Parou, fazendo com que o irmão pudesse sentir sua presença:
- Inuyasha! O que esse miserável está fazendo aqui? - Pensou irritado Sesshoumaru que, num pulo de fúria, mostrou-se apressadamente ao irmão
- O que foi Inuyasha, veio entregar-se à mim? Não tem medo de morrer mesmo, não é miserável!
Lançou o chicote venenoso, acertando o braço do irmão:
- Deixe de ser idiota, eu não vim para lutar com você! - Tentou Inuyasha - Rin está doente - Pausou, olhando fixamente para Sesshoumaru, na intenção de fazê-lo compreender que a situação era séria.
Mesmo assim, não fez com que o DaiYoukai parasse, o mesmo colocou a  mão na Bakusaiga e logo se tocou de que ela não mais nem saía da bainha, era como se estivesse congelada
- Ora essas! A Bakusaiga não corresponde ao meu comando! - pensou irritado
Sem hesitar, pegou a Tenseiga e logo atacou Inuayasha, este sacando o mais rápido a Tessaiga para se defender.
Espadas tocavam-se em uma fúria intensa por parte de Sesshoumaru. Foi quando o mesmo encurrala seu irmão à uma rocha:
- Escute seu idiota, Rin está em febre e delirando, chamando por seu nome. Se você não for visitá-la, ela irá morrer. - Disse Inuyasha protegendo-se com a Tessaiga, do ataque do irmão.
Saber que Rin estava doente, lhe causou um incômodo muito doloroso, mas não deixou com que Inuyasha reparasse em suas fraquezas. Seu orgulho era maior do que qualquer coisa, mas não evitava a preocupação. Por mais que ele tivesse ódio do irmão e o quisesse matar por poder e para tentar obter a Tessaiga, o único sentimento que ainda estava tentando controlar, era o seu imenso afeto pela garota.

Sesshoumaru afastou-se de Inuyasha, guardando a Tenseiga, seguindo em direção à aldeia, sem responder uma única palavra ao irmão, deixando-o para trás.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Capítulo I - Desejos distintos



Oito anos se passaram desde que Naraku foi finalmente derrotado e o Shikon no Tama ter desaparecido para sempre, graças à Inuyasha e Kagome.

Começava a anoitecer na Era Feudal, uma primavera fria e triste lhe acompanhava.
Inuyasha havia partido junto com Miroku para uma aldeia vizinha, para derrotar fantasmas de Youkais que assombravam os aldeões e que também destruiam suas casas.
Kagome já havia se acostumado com a cultura e os costumes daquela era. Ajudava a velha Kaede a cuidar de Rin, que estava muito doente.
- Senhora Kaede, vou buscar mais lenha. Está muito frio e o fogo está ficando fraco. Temos que aquecer a Rin.
- Tome cuidado Kagome, tente não demorar, já está anoitecendo.
- Não se preocupe, voltarei logo!
E então,  Kagome saiu sentido à floresta.

Quando Inuyasha retornou da aldeia vizinha, foi logo questionando a Kaede, esta que foi pega de surpresa com a entrada inesperada do hanyou:
- Onde está Kagome, velhota?
- Ela saiu para buscar mais lenha - Respondeu
- E por que ela não esperou eu voltar para acompanhá-la? - Questionou irritado
Antes que a velha pudesse responder qualquer coisa, bateu a porta e saiu em busca da sua amada.

- Hey Kagome, onde está você? - Grita Inuyasha no topo de uma das árvores,  tentando localizá-la. - Droga! Por que ela não me esperou? -Pensou.

Inuyasha estava tão preocupado com a demora de Kagome,  que nem percebe que seu irmão,  Sesshoumaru,  o observava em meio à escuridão da floresta
- Inuyasha, sempre estúpido!  Preocupado com humanos! - Pensou ele

Por mais que o tempo tivesse passado, e ele tivesse tentado ser sociável com humanos por causa da Rin, ainda não suportava a idéia de ter um irmão hanyou e muito menos aceitava o fato de jamais ter conseguido obter a Tessaiga para ele.

Ao saltar de uma das árvores,  Inuyasha se assusta com o irmão:
- Keh! Sesshoumaru,  o que está fazendo aqui? - Questionou desconfiado

Sesshoumaru o olha com desprezo e rancor.
- Você ainda está vivo, Inuyasha. Todos estes anos me perguntei, o por que ainda te mantive vivo, por que ainda não acabei com você,  miserável!  Todos estes anos, tive que engolir minha incapacidade e o fato de você ainda existir. Enquanto você viver, não me perdoarei, INÚTIL!

Sesshoumaru e Inuyasha se encontram novamente, depois de cinco anos.
Há cinco anos, Sesshoumaru deixou de ir à aldeia e visitar Rin, evitando qualquer tipo de sentimento e contato com humanos, e com seu irmão.  Por mais que seu ódio fosse intenso, também fazia de tudo para não se lembrar de Rin. Qualquer tipo de sentimento bondoso, iria atrapalhar seus planos de ser o Youkai mais forte.

E então,  com ódio mortal do seu irmão,  Sesshoumaru lança seu chicote venenoso, dando início à uma nova guerra, na intenção de acertar seu irmão.

- Ora, seu idiota! Por que ainda continua com essa idéia,  mesmo depois de tudo?
Inuyasha se esquiva do golpe, saltando para trás de uma árvore,  atrás de Sesshoumaru.  Este por sua vez, protege-se em uma barreira criada pela Tenseiga.

- GARRAS METRALHADORAS DE ALMAAAAAASSSSS

O golpe que Inuyasha lançara,  acertou a barreira de Sesshoumaru, este que propositalmente permitiu que fosse quebrada, por mais que o golpe do irmão não tenha sido forte, pois Inuyasha jamais tivera a idéia de lutar com o DaiYoukai novamente.
Sua raiva aumentara e junto, sua sede de vingança.
Sesshoumaru rapidamente saca a Bakusaiga.
Vendo os movimentos do irmão,  Inuyasha também saca a Tessaiga.

KAZE NO KIZUUUUU

Coincidentemente os irmãos lançam o poder juntos.
Algo de estranho estava acontecendo naquela luta.
Da Bakusaiga do Sesshoumaru, uma intensa e forte luz envolta a espada, desde a bainha, até a sua ponta e da Tessaiga, uma forte rajada de vento, que suga esta luz e deste choque, uma forte explosão acontece, iluminando toda a floresta que há segundos atrás, era iluminada apenas pelas pequenas estrelas que recentemente apareceram.
Após o choque, ambos se olharam, sem entender o que acontecera.
Sesshoumaru sente um leve aperto no peito, não deixando transparecer, tem um curto espasmo, sendo sustentado pela Bakusaiga.

- O que... O que era aquilo? -Pensou Sesshoumaru - É como... se meu peito estivesse vazio...
Sesshoumaru havia notado também,  que a espada estava mais pesada, já não havia aquela energia de antes, não era a Bakusaiga que mostrava ser. Não sentia que a espada estava ligado à ele, era como se ela não correspondesse aos seus comandos.
- Mas o que. ?. O que está acontecendo?

- INUYASHAAAAAAAA - Grita Kagome,  saindo às pressas por de trás das folhagens, indo em direção aos braços do hanyou - Você está bem?

Sesshoumaru ainda retomando as forças,  presencia a preocupação e o carinho que Kagome tem pelo seu irmão, e se recorda de Rin, e da preocupação da garota para com ele.
Sem dar o braço a torcer, prefere esquecer. Então foge. Deixando Inuyasha e Kagome sem entender o que estava acontecendo com ele.

Inuyasha conta toda a história à Kagome,  enquanto a carrega de volta para a aldeia.
- Que estranho... Por que ele continua com essa idéia?  Mesmo depois de tanto tempo e de ter descoberto os segredos da Tenseiga, ainda insiste nisso! - Lamenta Kagome.
Quando Inuyasha e Kagome chegam na aldeia, são recebidos pela velha Kaede que lhes fala em tom de preocupação:
- Rin piorou. Sua febre aumentou demais e está delirando e chamando por Sesshoumaru. Inuyasha,  você precisa encontrar seu irmão,  ele precisa vir vê-la. Só ele poderá salva-la.
- Keh! Não mesmo velhota! Dê remédios, eles funcionarão muito mais do que a presença daquele idiota! Ele está possuído de ódio,  quer lutar novamente para provar que é o mais poderoso, custe o que custar!
- Inuyasha,  se ele não vier, ela irá morrer! Ele é seu único remédio!  Só a presença dele poderá curá-la.
- Ahh que droga!  O que ela viu naquele cão sarnento? - Pensou ele preocupado

Enquanto Inuyasha relatava à velha o que acontecera naquela noite com o irmão,  Kagome foi para dentro de casa, ver como a menina estava.
Encontrou-a ardendo em febre e delirando:
- Sesshoumaru-sama... delirava Rin - Por favor, não se esqueça de mim
- Rin... - lastima Kagome
No mesmo instante, Kagome corre embusca de Inuyasha
- INUYASHAAAAAAAA - Grita
- Hã?!
- Você precisa encontrar Sesshoumaru - Falou Kagome em tom sério
- Certo! - Concordou Inuyasha,  percebendo a gravidade da situação
Beijou a testa de Kagome e lhe disse:
- Fique aqui, voltarei o mais rápido que puder, procurarei Sesshoumaru... -pausou, respirando fundo, continuou sem muita alegria - ... agora a briga é nossa!

Bem distante da aldeia, encontrava-se Sesshoumaru,  refletindo sobre tudo o que ocorrera naquela noite.
Ainda sentia aquele vazio que o intrigava, quando de repente todos seus pensamentos foram interrompidos por Jyaken, que alegremente grita:
- Sesshoumaru-sama,  finalmente o encontrei! Onde o senhor se meteu?

Sem dar importância à felicidade do servo, o Youkai o ordena:
- Jyaken...
- Sim, Sesshoumaru-sama
- Não quero que me acompanhe mais. De agora em diante, você está sozinho.
- Mas por quê? O que fiz para o senhor?

Sem falar mais nada, Sesshoumaru voou por entre a noite fria e triste, ignorando o desespero e a fidelidade que o servo lhe empenhara durante anos.
- SESSHOUMARU-SAMAAAAAAAAAA... Não pode fazer isso comigo! SESSHOUMARU-SAMAAAAAAAAAA
O grito do servo ecoava pela floresta.

Depois que a Bakusaiga havia sido bloqueada depois de sua última luta, Sesshoumaru sentiu como se tivessem lhe arrancado o coração,  sentia-se morto por dentro.
- Rin... - Pensou ele
Jamais nestes cinco anos havia deixado de pensar um só dia naquela garota.
- Não entendo... - continuou a pensar - Não há mais nada a descobrir, mas porque meu instinto ainda instiste nessa história? Rin, me perdoe, mas não posso esquecer de mim, dos meus desejos, do que quero. Mesmo querendo você,  não posso ter tudo. - lamentava

Havia uma escolha a fazer e Sesshoumaru estava acreditando que aquela era a correta.